A chegada de Daqueles Além Marão

Publicado em 2017, deveria ter sido lançado por uma editora pela obtenção do primeiro lugar num concurso.

Capa de Terras de Xisto e Outras Histórias

Um livro de contos diversos onde circunstâncias dramáticas obrigam os personagens a contrariar a sua própria natureza.

Capa de Lágrimas no Rio

A pacata aldeia de São Cristóvão do Covelo sofre um terrivel cataclismo que vai revelar forças estranhas.

A Amazon apoia a publicação independente

Todos os meus livros são publicados pela Amazon de forma independente e não exploradora. Estão à venda em todo o mundo.

A família de livros "Debaixo dos Céus" continua a crescer desde 2015

Desde a publicação de "Terras de Xisto" em 2015 até "Entre o Preto e o Branco" em 2020, vão milhares e milhares de palavras escritas.

A capa de Daqueles Além Marão

Os contos aqui incluídos têm todos protagonistas transmontanos. A capa escolhida é feita a partir dos azulejos da estação ferroviária do Pinhão, na linha do Douro.

A chegada de Terras de Xisto e Outras Histórias

Foi emocionante a entrega destes livros, os primeiros publicados em exclusivo com o meu nome.

A chegada de Lágrimas no Rio

As primeiras apresentações que fiz foram desta obra.

A capa de Entre o Preto e o Branco

A primeira capa 100% desenhada por mim, com recurso a uma foto royalty free.

A chegada de Entre o Preto e o Branco

Como das vezes anteriores, quando chegou a primeira remessa já estava toda vendida.

terça-feira, 15 de julho de 2003

Sempre pensando em ti

Quero, desejo, egoísmo puro e simples.
Mas o mais poderoso sentimento,
Fala apenas de partilha e entrega.
Mas eu quero-te e desejo-te,
Não consigo deixar de pensar em ti.
Que partilha é esta, se te não posso tocar,
Que entrega é esta se não estás a meu lado.
Fecho os olhos e oiço o cantar do teu rir,
Aperto os lábios e sinto o calor dos teus.
Encolho-me em minha cama
E acho que que te consigo tocar.
Quero-te, desejo-te,
Não podes duvidar.
Sinto a tua falta,
Vejo-te nas pessoas que se cruzam comigo,
Oiço-te no sussurro das conversas alheias.
Quero-te, desejo-te,
Mas não te consigo ter…

sexta-feira, 4 de julho de 2003

Dificil

É difícil, dá para perceber.
É difícil viver, é difícil nascer.
Porque o não há-de ser sobreviver.

É difícil sentir e não poder dar,
Amar e não poder partilhar
Querer e não conseguir alcançar.

É difícil, pois é,
Doer e ter de se manter em pé,
Acreditar e quase perder a fé.

É difícil concerteza.
Desejar calor e sentir frieza.
Ansiar alegria onde vive a tristeza.

É difícil, também crês,
Quando queres, não me vês,
Sermos dois mas haver sempre três.