A chegada de Daqueles Além Marão

Publicado em 2017, deveria ter sido lançado por uma editora pela obtenção do primeiro lugar num concurso.

Capa de Terras de Xisto e Outras Histórias

Um livro de contos diversos onde circunstâncias dramáticas obrigam os personagens a contrariar a sua própria natureza.

Capa de Lágrimas no Rio

A pacata aldeia de São Cristóvão do Covelo sofre um terrivel cataclismo que vai revelar forças estranhas.

A Amazon apoia a publicação independente

Todos os meus livros são publicados pela Amazon de forma independente e não exploradora. Estão à venda em todo o mundo.

A família de livros "Debaixo dos Céus" continua a crescer desde 2015

Desde a publicação de "Terras de Xisto" em 2015 até "Entre o Preto e o Branco" em 2020, vão milhares e milhares de palavras escritas.

A capa de Daqueles Além Marão

Os contos aqui incluídos têm todos protagonistas transmontanos. A capa escolhida é feita a partir dos azulejos da estação ferroviária do Pinhão, na linha do Douro.

A chegada de Terras de Xisto e Outras Histórias

Foi emocionante a entrega destes livros, os primeiros publicados em exclusivo com o meu nome.

A chegada de Lágrimas no Rio

As primeiras apresentações que fiz foram desta obra.

A capa de Entre o Preto e o Branco

A primeira capa 100% desenhada por mim, com recurso a uma foto royalty free.

A chegada de Entre o Preto e o Branco

Como das vezes anteriores, quando chegou a primeira remessa já estava toda vendida.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2004

Angústia



Não é possível descrever a angustia,
Do querer e não poder ter.
A dor do rasgar da Alma porque,
Ao fincar o pé não me deixo arrastar.
A consciência é o flagelo que Deus nos deixou,
O coração, o instrumento enganador que bate quando não deve.
E a Alma…
A Alma sofre com a antítese constante dos dois.
Mas não é por isso que tudo passa.
Não é pela consciência nos flagelar,
Que o coração deixa de se partir
E a nossa mente voa perdida.
Também eu vagueio pelas recordações,
Suspirando à mais pequena memória tua.
Sinto o coração saltar,
De cada vez que o telemóvel dá mensagem.
A minha respiração sustém-se,
Cada vez que te vejo ou ouço.
As musicas doem ao ouvir porque,
Cada lamento é de uma alma gémea,
Que sentiu e sabe o que eu sinto.
Resta sonhar durante o tempo que resta,
Esperar que passe o tempo que não passa,
Desejar o que não devo desejar
E pedir a Deus o que não devo ter.